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Espelho Meu

Espelho Meu

Os essenciais do meu roupeiro

T-SHIRT BRANCA/PRETA

Eu prefiro as mais justas, mas há quem goste mais de oversize. Esta é aquela peça que tenho sempre disponível. É um básico que dá para combinar com mil coisas diferentes! Ótimo para aqueles dias em que não sabemos o que vestir. Esta peça fica bem com (praticamente) tudo.

tshirtbasica.jpgT-SHIRT ESTAMPADA

Podem ter frases inspiradoras ou simplesmente um desenho. Ficam bem com umas simples mom jeans ou até com algumas saias. A verdade é que fazem o look ser completamente diferente pelo destaque que têm.

tshirtestampada.jpgBLAZER

Alguns podem proteger das temperaturas mais baixas e outros podem simplesmente completar um look. Podem optar pelos básicos pretos/brancos ou por um mais colorido que faz toda a diferença.

Sem Título-1.jpgVESTIDO OU MACACÃO PRETO

Dos mais justos aos mais largos, estes ficam bem em todos os tipos de corpo. Sem grande detalhes mas que conjugado com os acessórios certos dá um look perfeito para várias ocasiões.

vestidoemacacao.jpg

CALÇAS DE GANGA

Pode ser usado em qualquer estação do ano. Podem criar um visual mais formal ou mais descontraído, conjugando-as com ténis ou com um salto alto. Existem vários tipos que se podem adequar melhor ou pior a cada tipo de corpo. As mom jeans são dos meus modelos preferidos!

jeans.jpgCALÇAS LARGAS

Cada vez sou mais fã desde tipo de calças. Tenho em várias cores e acho que mudam completamente o look. Conjugo muitas vezes com uma t-shirt básica e nem preciso de pensar muito mais para completar o outfit do dia!

calcaslargas.jpgTÉNIS BRANCOS BÁSICOS

Este também não pode faltar! Acho que quase todas as raparigas têm aquele par básico. Ficam bem em diversos tipos de roupa, desde o look mais elegante ao mais desportivo. E claro que têm de ser obrigatóriamente aqueles fiéis amigos super confortáveis.

Sem Título-1.jpg

 

 

Estou de volta!

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Hoje acordei com vontade de escrever. Comi o meu iogurte com cereais e liguei o computador. Nos últimos meses tenho evitado o blog. Sentia que tudo aquilo que fosse escrever era influenciado pelo meu estado de espírito. Este maldito que andava lá em baixo. Hoje acordei com vontade de recomeçar. Tenho saudades de publicar e de passar horas a escrever. É isto que me move.

E vocês? Acordaram com vontade de serem felizes?

 

 

 

Sou eu, avó...

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11 de março de 2019:

- E esta menina, quem é? - perguntou uma das trabalhadoras do lar.

- É minha - respondes.

- Tua quê?

- Filha!

- E como se chama?

- Teotónio.

 

Foi assim na última visita.

 

São 19h38 e por esta hora eu costumava estar em chamada contigo. Falávamos todas as noites. Às vezes ainda olho para o relógio e, por breves instantes, penso: "está na hora de lhe ligar". Porque é que não atendes, avó? Sou eu, a tua neta. Espero que ainda saibas quem eu sou. Será que só te recordas da minha imagem ou lembras-te de tudo aquilo que nós vivemos?

Já passaram vários meses. E eu tenho para aqui uns quantos textos guardados nos rascunhos do meu blog. Provavelmente este será só mais um que ficará perdido. Eu pensei que fosse tudo passageiro. Estava tudo bem... Fui visitar-te, dançámos juntas e na semana a seguir o que é que aconteceu? Sentes-te perdida no meio de todos aqueles que estão a cuidar de ti. Eu sinto-me perdida ao tentar acreditar ainda te posso ligar para contar o meu dia. Atendes-me, avó? O teu telemóvel está desligado há meses. Ainda guardo o teu contacto na minha lista telefónica. Eu sei que um dia destes ainda te vou ligar a dizer "estou a sair de casa, espera por mim no café".

Os meus problemas eram sempre teus também. Eu esperava para receber uma nota e partilhávamos essa ansiedade. Lembras-te de quando entrei para faculdade? Disseste "ai, filha... o teu avô ia ficar tão contente". Eu sei que ele ficou. Tal como ficará com todos os meus sucessos. Tal como me ajudará a levantar em todos os meus fracassos. Será que ainda vais ouvir "avó, estou licenciada"? Oh, minha avó. Eu preciso de falar contigo. Quero saber como correu o teu dia e dizer-te que estou bem.

Na semana passada pregaste-nos um susto. Chorei quando soube que tinhas ido outra vez para o hospital. Não aguentei este aperto que tenho sentido nos últimos meses. Hoje o jantar é peixe cozido. Podes fazer o meu prato com tudo misturado e muito azeite por cima? Era assim que tu fazias. Não era, avó? Os papéis inverteram-me. Deixa-me cuidar de ti...

 

19 de abril de 2019:

Nunca mais escrevi desde este último texto. Ficou aqui perdido como tantos outros. Já não vou a tempo de o terminar. Faz hoje um mês desde que nos deixaste. Algum dia vou aceitar que já não estás aqui para me ouvir?

Estive um mês sem escrever. Tenho sempre tanto por dizer. Porque é que desta vez não consigo dizer-te aquilo que sinto? Não consigo aceitar. Tenho perdido muitas pessoas nestes últimos anos. Porque é que tinhas que me deixar também? Sinto uma revolta enorme. Minha avó. Querias tanto ver-me a acabar o curso. Querias ver-me feliz. O meu sorriso brilhava nos teus olhos. E tu brilhas ali em cima. Mandaste um beijinho ao avô? Eu pedi-lhe que te ajudasse. Olhei tantas vezes nos teus olhos e pedi que voltasses a ser tu. Porque é que não voltaste? Porque é que não voltas agora? Eu dou-te a sopa. Eu ajudo a cuidar de ti. Das últimas vezes em que te fui visitar a enfermeira passou-me o almoço para a mão e pediu que te desse a comida à boca. Senti frio e calor ao mesmo tempo, o meu coração acelerou, não controlei algumas lágrimas. Peguei na colher e disse-te que tinha sido eu a fazer. Disseste que estava bom. Numa situação normal tinhas soltado uma gargalhada e dizias "não foste nada". Lembrei-me de quando eras tu a dar-me o almoço. Foi assim que começou, não foi? Cuidavas de mim todos os dias porque os pais trabalhavam e a "casa da costura" era o melhor sítio para eu ficar. Obrigada por isso. Obrigada por tudo. Obrigada, minha avó.

Tenho sido muito forte. Deixaste-me a força que tinhas. Eu aguento, avó. Por nós. Mas hoje só quero que venhas aqui para me abraçar. Preciso de ti.

 

Lembras-te de mim? Sou eu, avó....

 

 

Com vista para o Tejo | Parque das Nações

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Chegou a última semana de férias e por isso quis aproveitá-la ao máximo!
Já fui imensas vezes passear ao Parque das Nações mas nunca tinha experimentado andar no teleférico. Confesso que ao início fiquei um pouco reticente, mas pior do que o teleférico do Jardim Zoológico não podia ser (pelo menos neste caso não tinha hipótese de cair em cima dos leões ou coisa assim). Lá fui eu tirar umas fotografias e aproveitar a vista linda desta cidade!

 

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Sou cada vez mais apaixonada pelo nosso país! De norte a sul, temos tantas paisagens e lugares magníficos para descobrir.

 

Para quem não conhece, aqui ficam mais sugestões de sítios para visitar no Parque das Nações:

 

 

Molly, a nova mascote

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Sabem aquela sensação de chegar a casa e ter sempre alguém à nossa espera? Recebermos tantos mimos depois de um dia de faculdade ou de trabalho, com tanto cansaço acumulado, é das melhores coisas.

 

Chama-se Molly, tem 4 meses e pouco mais de 1kg. É uma chiuaua e foi a melhor coisa que podia ter acontecido nos últimos tempos! É a primeira a receber-me quando chego a casa e fica quase sempre a chorar quando a deixamos sozinha. Tem sempre muito frio e por isso o seu lugar preferido é no nosso colo, por baixo da manta.

 

Estou completamente apaixonada!

Sobre mim

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